Inscrição nas ações de formação:
1. Clicar na ação de formação pretendida para obter mais informações e visualizar o cronograma.
2. Para se inscrever deve ter conta criada.
3. A pré-inscrição numa ação não garante a vaga. Os critérios de seleção infra serão aplicados e as inscrições validadas pelo Centro:
1º- Prioridade a agrupamentos para o qual a ação foi designada;
2º- Prioridade a docentes que lecionam no concelho de Oeiras por ordem de inscrição;
4. Quando é selecionado na ação de formação aparece a seguinte mensagem
e após a data limite de inscrição recebe e-mail informativo do Centro.
NOTAS:
►Se verificar que o nº de inscrições ultrapassa o limite das vagas, deve submeter a inscrição, pois caso existam desistências pode vir a obter vaga.
► Não serão aceites na ação de formação se não tiverem recebido confirmação prévia do Centro de Formação.
Encontro 20 anos de Avaliação Externa das Escolas

No passado dia 19/maio realizou-se na Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras, um encontro de reflexão partilhada sobre os impactos da Avaliação Externa das escolas do Concelho de Oeiras.
Este Encontro, que contou com a participação de todos os agrupamentos e escola não agrupada, que teve por objetivo identificar impactos na aprendizagem e promover a colaboração entre as escolas associadas do CFAE, de forma a serem apresentadas no Seminário nacional em julho de 2026, promovido pela Inspeção Geral da Educação e Ciência, com vista a monitorizar o impacto de uma política educativa orientada para a melhoria do desempenho educativo.





Ciclo de Webinars | A Lei de Bases do Sistema Educativo: 40 anos de transformação


DIVULGAÇÃO
Técnicas de Expressão, aquecimento, descontracção da voz e comunicação oral
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
O que representa a Voz num acto comunicativo?
Que cuidados deve ter um professor no uso diário do seu aparelho vocal?
Como deve um professor exercitar-se diariamente para ter um timbre de voz agradável, seguro, intenso e produzido sem esforço?
Como é que se foca um discurso para uma plateia difícil de ...
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Ref. 158T2/2026 Inscrições abertas até 25 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140515/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 29 de Setembro de 2026
Fim: 22 de Outubro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva (AE S. Julião da Barra)
Formador
Marcantónio Enzo Del Carlo
Destinatários
Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
O que representa a Voz num acto comunicativo? Que cuidados deve ter um professor no uso diário do seu aparelho vocal? Como deve um professor exercitar-se diariamente para ter um timbre de voz agradável, seguro, intenso e produzido sem esforço? Como é que se foca um discurso para uma plateia difícil de ser seduzida como pode ser uma sala de aula? Estas questões são o ponto de partida desta formação. O que se pretende é refletir sobre quais podem e devem ser os métodos do trabalho de voz a adoptar por um professor, na relação diária que estabelece com os seus alunos. Esta formação não procura ensinar verdades absolutas acerca do trabalho de voz na relação que se estabelece entre professores e alunos. Elas não existem! Através dos recursos meta teatrais da Expressão Dramática, o que se pretende é transmitir técnicas adequadas e dar a conhecer uma visão mais clara do trabalho que cada um dos formandos pode desenvolver para ser melhor ouvido e melhor entendido.
Objetivos
Dotar cada formando de uma melhor aplicação do seu aparelho vocal na comunicação que estabelece oralmente no contacto com os alunos. Desinibir e desbloquear tensões no ato comunicativo oral que impedem a explicação de matérias ou até mesmo a imposição de regras dentro do grupo de trabalho.
Conteúdos
1. Reconhecimento da Voz Interior e Exterior: como ouvimos os outros e como os outros nos ouvem a nós. 2. O Gesto como complemento da Voz (exercícios de improvisação teatral). 3. O Ritmo (exercícios rítmicos a partir do corpo como caixa de ressonância da voz). 4. O Foco (exercícios de concentração e domínio sobre o discurso oral). 5. A Técnica (exercícios de aquecimento e relaxamento da Voz).
Metodologias
As aulas são práticas. Os formandos irão trabalhar individualmente e em grupo, utilizando a sua linguagem corporal associada ao seu aparelho vocal. Cada aula terá um período de aquecimento da voz no início e um de descontração no final. Na fase final da formação os formandos são convidados a simularem no espaço onde a formação decorre a simularem a sua própria sala de aula onde "atuam" diariamente. Esta simulação será útil para por em prática de forma efetiva às competências ministradas.
Avaliação
Os formandos serão avaliados numa escala de 1 a 10 valores. Durante a ação de formação, será realizada uma avaliação contínua das aprendizagens realizadas por todos os formandos, tendo por base as atividades individuais e grupais: 1 - Participação e criatividade nas competências de âmbito criativo - 4 valores. 2 - Aprendizagem e desenvolvimento nas competências de âmbito técnico aplicados na parte final da formação - 3 valores. 3 - Apresentação individual da aplicação das metodologias ensinadas - 3 valores.
Bibliografia
ALVIM, Décie Ferraz, Nobre Arte de falar em Público e Desenvolvimento Pessoal, Rio de Janeiro, Edições de Ouro, Biblioteca Mentor-Cultural, s.d. BOAL, Augusto, 200 Exercícios e Jogos Para O Actor E Não Actor com Ganas de Dizer Algo Através Do Teatro, lisboa, Coooperativa de Acção Cultural, SCARL, 1977 PEASE, Allan, O Pequeno Livro da Linguagem Corporal, Lisboa, Editorial Bizâncio, 2002 VAYER, P.; RONCIN, C. , Psicologia das actividades corporais, INSTITUTO PIAGET, Lisboa, 2004 CASTIE, Dennis e WADE John, Falar em Público, Lisboa, Editorial Presença, 1990
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Presencial |
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Desalinhados em Lilliput: escrita criativa, leitura e bibliotecas
Prioridade aos docentes que lecionam no AE Conde de Oeiras
Curso
25,0 horas
b-learning
Professores dos grupos 110, 200, 210 e 220
A escrita, competência basilar na aprendizagem, é transversal a todas as áreas de conhecimento. A par da leitura e da oralidade (três fatores indissociáveis na formação do leitor), a escrita é uma das competências elementares consignadas nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de português, enquanto ...
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Ref. 168T1/2026 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139135/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 30 de Setembro de 2026
Fim: 16 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: EB 2,3 Conde de Oeiras + online
Formador
Cláudia Cristina Almendra Gonçalves
Destinatários
Professores dos grupos 110, 200, 210 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 110, 200, 210 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
A escrita, competência basilar na aprendizagem, é transversal a todas as áreas de conhecimento. A par da leitura e da oralidade (três fatores indissociáveis na formação do leitor), a escrita é uma das competências elementares consignadas nas Aprendizagens Essenciais da disciplina de português, enquanto processo de construção de sentido, domínio linguístico e expressão. Em contexto escolar, a escrita é frequentemente proposta de forma normativa e centrada no produto, sem espaço para a experimentação, a criatividade e a revisão. Esta abordagem tende a gerar desmotivação, bloqueio criativo e resistência à escrita, sobretudo nos primeiros anos de escolaridade. Alguns docentes têm manifestado a necessidade de aprofundar estratégias que permitam integrar a escrita de forma sistemática, garantindo a ligação entre criatividade e intencionalidade comunicativa. As práticas de escrita criativa promovem a inclusão, a diferenciação pedagógica e o desenvolvimento da literacia e, assim, respondem à heterogeneidade dos alunos e às exigências atuais da escola. A escrita, enquanto metodologia ativa, aliada à leitura de textos literários e à oralidade ou ao ato narrativo, revela-se especialmente adequada para promover o pensamento crítico e a consciência linguística. As atividades de escrita em grupo fomentam, ainda, a sensação de pertença e de partilha. O caráter formativo, aliado à ludicidade, que as dinâmicas de escrita, leitura e oralidade (em alternância ou em simultâneo) acarreta, é um fator a considerar nas práticas pedagógicas atuais.
Objetivos
- Fornecer ferramentas e estratégias para a implementação de atividades de escrita diversificadas, em articulação com várias áreas do conhecimento. - Integrar a escrita criativa de forma transversal, articulando-a com leitura e oralidade. - Criar e/ou adaptar materiais didáticos inovadores, incluindo guias de escrita orientada, jogos linguísticos, recursos multimodais, livros e outros recursos que possam ser imediatamente aplicados em sala de aula para estimular a criatividade e a autonomia dos alunos. - Desenvolver a escrita e o sentido estético a partir de obras literárias, ilustrações, pintura, fotografia, escultura,.. e demais formas de expressão artística. - Desenvolver o projeto de escrita individual, com níveis de concretização cada vez mais exigentes. - Rentabilizar os recursos da Biblioteca Escolar, assumindo-a como espaço de aprendizagem. - Conhecer e aplicar o Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar.
Conteúdos
1. Apresentação, organização e planeamento da ação: - Objetivos a alcançar e conteúdos a tratar - Metodologia adotada: organização do trabalho a desenvolver - Recursos: documentação de apoio e textos de referência - Abertura do diário de escrita. 2. Dinâmicas de escrita: "Brincar com as palavras" Desbloquear a criatividade. Perceber a sonoridade e potencialidades da palavra escrita. (anagramas, caligramas, letra imposta,...) (2h presencias; 2h à distância) 3. "Descrever o mundo pelos teus olhos" Criar ambientes, cenários, locais onde se desenrola a narrativas, centrando o texto no cenário e não na ação: - Desenvolver ambientes recorrendo a descrições metafóricas, sensoriais, ... - Desenvolver cenários e ambientes de acordo com certas regras (2h presencias; 2h à distância) 4. "As personagens: quem é este? Cabemos todos aqui?" Criar personagens recorrendo a imagens, informações e características dadas. - Desenvolver novas personagens a partir de pequenos objetos de motivação. (imagens de caras, fotografias, objetos: sapatos). - Desenvolver relações entre personagens, a partir de pequenos objetos e /ou elementos visuais (2h presencias; 2 h à distância) 5. Perceber o que cria os momentos de viragem na história, criando pequenas situações que originam a ação central da narrativa, o momento que agarra o leitor. (2h presencias; 1h à distância) - Análise de alguns momentos de viragem de histórias conhecidas. - Criação dos próprios momentos de viragem, usando personagens e cenários dados. - Elaborar o esquema narrativo para a escrita do texto. 6. "O poeta em mim." Criar textos poéticos a partir de imagens, sons, palavras dadas,... Desenvolver textos poéticos com rima, sinónimos e antónimos, homofonia/homonímia,.(2h presencias; 1h à distância) 7. "O poeta em mim, outra vez". Desenvolver técnicas de criação e escrita de poemas visuais. (2h presencias; 2h à distância) 8. Apresentação de projetos. Avaliação (3h presenciais)
Metodologias
As sessões terão um carácter teórico-prático, sendo disponibilizadas documentação e bibliografia específicas que orientarão cada uma das sessões, bem como os recursos utilizados para as dinâmicas propostas. Serão criadas oportunidades de trabalho individual e de grupo, privilegiando-se propostas integradoras de carácter prático, com a preocupação da ligação com os contextos do agrupamento e as vivências profissionais dos formandos. Proporcionar-se-ão momentos e espaços de partilha de experiências e de discussão, presencialmente e através de fóruns online. Cada formando/ grupo elaborará recursos que integrarão um projeto de escrita, a implementar na sua escola, em articulação com a biblioteca escolar. A formadora terá um papel facilitador, promovendo a reflexão sobre os temas e orientando os formandos no tratamento das questões de ordem teórica e prática a trabalhar em cada sessão.
Avaliação
Avaliação Contínua. Observação da participação nos trabalhos, na análise e discussão. Observação da participação na realização do projeto e respetivo portefólio de escrita. Os formandos devem realizar uma apresentação final do seu projeto ao grupo. A avaliação quantitativa dos formandos a utilizar será numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com o regulamento do CCPFC.
Bibliografia
CONDE, Elsa; MENDINHOS, Isabel, CORREIA, Paula. (2017). Aprender com a Biblioteca Escolar. 2.ª edição. Lisboa. Rede de Bibliotecas Escolares. LEÃO, Margarida e FILIPE, Helena. (2005). 70+7 propostas de escrita Lúdica. Porto. Porto Editora MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2017). Aprendizagens essenciais. http://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 RODARI, Gianni. (2017). Gramática da fantasia. Matosinhos. Kalandraka. SANTOS, Margarida Fonseca e SERRA, Elsa. (2008). Quero ser escritor. Cruz Quebrada. Oficina do Livro.
Observações
1ª prioridade 3º e 4º ano do 1º ciclo; 2ª prioridade - 2º ciclo; 3ª prioridade - 1º e 2º ano do 1º ciclo.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 6 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 8 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 10 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 11 | 09-12-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 18:00 | 2:00 | Presencial |
| 12 | 16-12-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Aprofundar práticas em Avaliação Pedagógica
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial..
A formação tem como propósito capacitar docentes para a melhoria das suas práticas de avaliação pedagógica. Os normativos legais em vigor (Decreto-Lei nº 55/2018 e o PASEO) implicam mudanças significativas na forma como se faz avaliação pedagógica com vista à promoção do sucesso escolar. A avaliação ...
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Ref. 170T1/2026 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-142046/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 30 de Setembro de 2026
Fim: 3 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras
Formador
Ana Paula Mateus Fernandes
Destinatários
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial..
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial... No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial...
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
A formação tem como propósito capacitar docentes para a melhoria das suas práticas de avaliação pedagógica. Os normativos legais em vigor (Decreto-Lei nº 55/2018 e o PASEO) implicam mudanças significativas na forma como se faz avaliação pedagógica com vista à promoção do sucesso escolar. A avaliação pedagógica, na sua vertente formativa, constituiu um instrumento de avaliação promotor de mais e melhores aprendizagens, pelo que deve ser aprofundada. A capacitação e a aquisição de competências pelos professores passa pela elaboração/construção de recursos e materiais didáticos em torno das práticas de avaliação formativa. Dar ênfase à importância de um feedback de qualidade, à construção de critérios de avaliação e respetivos descritores de desempenho e à importância da diversificação de processos de recolha de informação, será um impulso positivo para a mudança e/ou melhoramento das práticas de avaliação pedagógica.
Objetivos
Contribuir para a melhoria dos conhecimentos e das competências inerentes às práticas de avaliação pedagógica; Elaborar recursos /instrumentos de avaliação pedagógica em linha com os normativos legais, passíveis de uso em contexto de sala de aula; Promover práticas de trabalho colaborativo e interdisciplinar na construção de recursos educativos; Promover a troca de experiências e partilha de materiais e de saberes; Incentivar, nos docentes, práticas de formação de natureza investigativa com vista à mudança/melhoria das suas práticas de avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento legal- documentos de referência em vigor (Decreto-Lei nº 55/2018 e o PASEO) - 3h 2. Propósitos e natureza da Avaliação Pedagógica: avaliação formativa e avaliação sumativa - 3h 3. Feedback de qualidade e sua importância no ensino e nas aprendizagens-4h 4. Critérios de avaliação, descritores de desempenho e standards- 4h 5. Rubricas de avaliação e processos de recolha de informação e sua importância na avaliação criteriosa - 4h 6. Apresentação, discussão e avaliação dos recursos/materiais didáticos produzidos ao longo da oficina- 7h
Metodologias
Presencial: Nas sessões presenciais os formandos, após o devido conhecimento teórico, irão trabalhar de forma cooperativa e interdisciplinar, na análise de instrumentos/ recursos didáticos, com vista à melhoria das suas práticas de avaliação pedagógica. Os trabalhos solicitados serão partilhados e analisados em plenário. Quando aplicados em contexto de sala de aula, serão apresentados os seus resultados e feita uma reflexão crítica sobre o seu impacto na melhoria das aprendizagens dos alunos/sucesso escolar. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo será desenvolvido por cada docente em contexto real de ensino- aprendizagem e passa pela aplicação de instrumentos para avaliação pedagógica. Estes serão fruto de um trabalho colaborativo e de preferência interdisciplinar, entre formandos anteriormente capacitados pela aquisição de conhecimentos teóricos.
Avaliação
De acordo com o RJFCP- Decreto Lei nº 22/2024, de 11 de fevereiro- e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. A avaliação dos formandos irá incidir nos seguintes parâmetros e ponderações: - Participação e contributo contínuo ao longo das sessões - 40% - Realização de trabalhos para aplicação de conteúdos- 30% - Reflexão Crítica Individual- 30% Os formandos serão avaliados numa escala de 1 a 10 valores.
Bibliografia
Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação -Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA).Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção- Geral da Educação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 21:00 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Inteligência Artificial na Educação: Estratégias Pedagógicas e Transformação da Prática Docente
Prioridade de inscrição a docentes que lecionam no Concelho de Oeiras. Apenas pode frequentar quem obteve certificado em alguma ação de formação sobre Inteligência Artificial
Curso
25,0 horas
e-learning
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do GR 910
A Inteligência Artificial (IA), particularmente a IA generativa, constitui uma das transformações tecnológicas mais disruptivas no campo educativo contemporâneo. Estudos recentes evidenciam o seu potencial para:
Apoiar o planeamento instrucional
Promover feedback formativo imediato
Potenciar ...
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Ref. 172T1/2026 Inscrições abertas até 28 de Setembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141049/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 1 de Outubro de 2026
Fim: 29 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: E-learning
Formador
Pedro Miguel Farinha Vidinha
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do GR 910
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do GR 910. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores do GR 910.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA), particularmente a IA generativa, constitui uma das transformações tecnológicas mais disruptivas no campo educativo contemporâneo. Estudos recentes evidenciam o seu potencial para: Apoiar o planeamento instrucional Promover feedback formativo imediato Potenciar diferenciação pedagógica Desenvolver competências metacognitivas Holmes, Bialik & Fadel (2019) defendem que a IA pode funcionar como sistema de apoio ao professor, aumentando a personalização da aprendizagem. Selwyn (2019) alerta, contudo, para a necessidade de uma abordagem crítica e eticamente fundamentada. A ação articula-se com: DigCompEdu da European Commission Digital Education Action Plan (20212027) Orientações da UNESCO (2023) sobre IA generativa Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Direção-Geral da Educação) A presente formação visa desenvolver práticas pedagógicas sustentadas, responsáveis e cientificamente enquadradas.
Objetivos
Objetivo Geral: Capacitar os docentes para integrar ferramentas de Inteligência Artificial na sua prática pedagógica de forma crítica, ética e eficaz. Objetivos Específicos: Explicar fundamentos da IA aplicada à educação; Selecionar ferramentas adequadas ao seu contexto disciplinar; Conceber atividades com recurso a IA; Produzir instrumentos de avaliação apoiados por IA; Aplicar princípios éticos e de proteção de dados; Avaliar criticamente o impacto da IA nas aprendizagens.
Conteúdos
Módulo 1 Fundamentos e Enquadramento (3H síncronas + 1H assíncronas) IA: conceitos, limites e potencial Enquadramento científico Ética e RGPD Módulo 2 Planeamento Instrucional com IA (3H síncronas + 2H assíncronas) Criação de planos de aula Formulação de objetivos e descritores Diferenciação pedagógica Módulo 3 Produção de Recursos (3H síncronas + 2H assíncronas) Geração de materiais didáticos Criação de rubricas Feedback automatizado Módulo 4 Avaliação e Integridade Académica (3H síncronas + 2H assíncronas) Avaliação formativa com IA Plágio, autoria e ética Critérios de utilização pelos alunos Módulo 5 Implementação e Reflexão (3H assíncronas + 3H síncronas) Apresentação de projetos Discussão crítica Ajustamento pedagógico Trabalho (3h assíncronas) Os formandos deverão: 1. Planificar uma atividade/aula integrando IA 2. Produzir pelo menos dois recursos pedagógicos com recurso a IA 3. Implementar ou simular aplicação em contexto O trabalho será acompanhado por orientação do formador e partilhado em plataforma digital.
Metodologias
A formação será realizada em regime e-learning, com um total de 25 horas, distribuídas por 15 horas síncronas (em tempo real) e 10 horas assíncronas (trabalho autónomo). O formador utilizará uma plataforma LMS (Moodle) e ferramentas de videoconferência (Zoom) para organizar e dinamizar as sessões, bem como para estruturar as atividades propostas. O objetivo é promover a aplicação prática dos conteúdos junto de crianças e jovens em contexto educativo, incentivando a reflexão sobre a importância da articulação curricular e da integração transversal destes recursos no processo de ensino-aprendizagem. Serão privilegiadas metodologias de ensino dirigido e semi-dirigido, incluindo a análise e discussão de conceitos, estudos de investigação e experiências práticas no terreno. Relativamente às atividades práticas, será valorizada uma abordagem de aprendizagem experiencial, centrada na aplicação concreta dos conteúdos e na reflexão contínua ao longo do processo. Será igualmente promovida a aprendizagem colaborativa, através do trabalho em grupo, acompanhamento do formador e apresentação dos projetos desenvolvidos pelos participantes.
Avaliação
A Avaliação dos formandos obedece aos seguintes critérios: - Participação (25%); - Produção de trabalhos/materiais (75%). A Avaliação dos Formandos é uma avaliação individual que contempla uma Classificação Quantitativa na Escala de 1 a 10, conforme o previsto no ECD, devendo constar do respetivo Certificado, de acordo com a seguinte escala: Excelente de 9 a 10 valores; Muito Bom de 8 a 8,9 valores; Bom de 6,5 a 7,9 valores; Regular de 5 a 6,4 valores; Insuficiente de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial Intelligence in Education: Promises and Implications for Teaching and Learning. Center for Curriculum Redesign. Luckin, R. et al. (2016). Intelligence Unleashed: An argument for AI in Education. Pearson. Selwyn, N. (2019). Should Robots Replace Teachers? AI and the Future of Education. Polity Press Zawacki-Richter, O., Marín, V. I., Bond, M., & Gouverneur, F. (2019). Systematic review of research on artificial intelligence applications in higher education. International Journal of Educational Technology in Higher Education.
Observações
As sessões assíncronas são contabilizadas para a assiduidade na formação e realizam-se entre sessões síncronas, no total de 10 horas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 18:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 16:45 - 18:45 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:45 - 21:45 | 3:00 | Online assíncrona |
| 10 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Trabalho de aprendizagem curricular por Projetos no 1º Ciclo
Prioridade aos docentes que lecionam no concelho de Oeiras
Oficina
50,0 horas
b-learning
Professores do Grupo de Recrutamento 110
A presente formação justifica-se, de uma forma geral, pelo facto da escola, atualmente, confrontar-se com uma sociedade de informação, em que se torna fundamental o desenvolvimento de práticas pedagógicas que promovam a transformação da informação em conhecimento, ao invés da reprodução do ...
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Ref. 160T1/2026 Inscrições abertas até 2 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139199/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 6 de Outubro de 2026
Fim: 15 de Dezembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras + Online
Formador
Luís Filipe Batista Mestre
Destinatários
Professores do Grupo de Recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
A presente formação justifica-se, de uma forma geral, pelo facto da escola, atualmente, confrontar-se com uma sociedade de informação, em que se torna fundamental o desenvolvimento de práticas pedagógicas que promovam a transformação da informação em conhecimento, ao invés da reprodução do mesmo. Nesse sentido, para que o sentido crítico, a compreensão e a produção de conhecimento ocorram, há que promover práticas de organização das aprendizagens escolares que fomentem o desenvolvimento de competências investigativas, cooperativas e comunicativas. Cientes da importância da participação cooperada das crianças na apropriação significativa e profunda do currículo, o Trabalho por Projetos é uma prática pedagógica que se assume como fundamental para a concretização desse objetivo.
Objetivos
Desenvolver a autonomia, a responsabilidade, a cooperação e a participação ativa dos alunos na apropriação do currículo escolar; Apoiar o professor no desenvolvimento de competências investigativas nos alunos (planeamento; pesquisa; tratamento da informação; organização de uma apresentação digital; comunicativas); Promover a motivação pela aprendizagem escolar através do sentido social das aprendizagens escolares, desenvolvido pela partilha daquilo que os alunos aprendem, ensinando-se uns aos outros; Desenvolver competências metacognitivas nos alunos (autoavaliar-se e aprender a aprender); Promover o gosto e interesse pelo aprender e partilha.
Conteúdos
1. Trabalho por Projetos numa comunidade de aprendizagem - princípios pedagógicos; 2. A organização da sala de aula e materiais; 3. Os instrumentos de pilotagem do trabalho; 4. As diferentes fases do trabalho por projetos; 5. O papel e apoio do professor; 6. As competências de cooperação desenvolvidas nos alunos; 7. A regulação do trabalho e construção de critérios de avaliação com os alunos; 8. O tempo de comunicação dos Projetos; 9. O estudo posterior dos temas comunicados.
Metodologias
Presencial: Periodicidade das sessões, preferencialmente, quinzenal, de forma a permitir a implementação dos conteúdos da formação; - Apresentação (com recurso fotográfico) e discussão crítica, por parte dos professores, dos aspetos mais significativos (estratégias, instrumentos de pilotagem, projetos dos alunos...) implementados nas suas turmas, ao longo da Oficina de Formação; - Desenvolvimento de um clima de cooperação e apoio mútuo entre todos os participantes; - Apresentação e discussão de excertos dos portefólios a construir, por parte dos professores, decorrente da participação na Oficina de formação; - Discussão crítica de textos teóricos e de cariz prático, lidos entre as sessões de formação; - Apresentação, sistematização e discussão dos conteúdos (estratégias, instrumentos, materiais...) da Oficina por parte do formador. Trabalho Autónomo: - Implementação na sala de aula das estratégias e instrumentos de pilotagem apresentados e discutidos nas sessões presenciais; - Leitura de textos teóricos e de cariz prático; - Escrita descritiva e reflexiva sobre o trabalho realizado na prática pedagógica, decorrente da participação de cada formando na Oficina de Formação, a integrar no portefólio a construir.
Avaliação
A avaliação tem carácter qualitativo e quantitativo (Despacho n.º 4595/2015). A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação. Consideram-se três critérios: Participação: Pontualidade; Intervenções/Apresentações (Pertinência/Clareza/Nível de reflexão); Empenho/Iniciativa; Cooperação/Partilha (2 valores); Produção de trabalho/materiais: Adequação/Pertinência (4 valores); Trabalho Final/Portefólio: Correção Formal (1); Conteúdo (Rigor, Fundamentação, Problematização, Coerência Interna, Apresentação) (1,5); e Aplicação dos conteúdos (1,5) (4 valores).
Bibliografia
Correia, C. (2012). Aprender através de projetos. Escola Moderna, 5(43), 12-25. Dewey, J. (1968). Expérience et éducation. Armand Colin. Figueiredo, P. (2014). Desenvolvimento do trabalho em projetos. Escola Moderna, 6(2), 130-137. Giordain, A., & Vecchi, G. (2002). L`enseignement scientifique comment faire pour que ça marche? (Tradução de Júlia Soares). Delagrave. Gomes, I. (2011). Trabalho de aprendizagem curricular por projetos cooperativos. Escola Moderna, 5(39), 41-54. Legrand, L. (1990). A Pedagogia do Projeto. In E. Leite, M. Malpique, & M. R. Santos (Orgs.), Trabalho de Projeto (pp. 36-37). Edições Afrontamento.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 4 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 6 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 07-12-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 15-12-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Estratégias inovadoras no ensino do Português
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Oficina
30,0 horas
Presencial
Professores dos grupos 200, 210, 220 e 300
No mundo atual, fortemente influenciado pelas tecnologias digitais, o ensino do português enfrenta novos desafios. Torna-se essencial preparar os professores com metodologias inovadoras que promovam não só o domínio da língua, mas também as literacias do século XXI nos alunos. Esta formação visa dotar os ...
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Ref. 159T1/2026 Inscrições abertas até 2 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124592/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 7 de Outubro de 2026
Fim: 2 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras
Formador
Ana Paula Faria Ferreira
Jorge Francisco Borges
Destinatários
Professores dos grupos 200, 210, 220 e 300
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200, 210, 220 e 300.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
No mundo atual, fortemente influenciado pelas tecnologias digitais, o ensino do português enfrenta novos desafios. Torna-se essencial preparar os professores com metodologias inovadoras que promovam não só o domínio da língua, mas também as literacias do século XXI nos alunos. Esta formação visa dotar os docentes de estratégias eficazes, recorrendo a tarefas significativas. Simultaneamente, explora a integração crítica e intencional das ferramentas digitais, capacitando para a criação de recursos, avaliação digital e desenvolvimento da leitura/escrita. Ao aliar teoria e prática, esta ação proporciona uma atualização das competências didáticas, permitindo que os professores se tornem verdadeiros agentes motivadores para uma aprendizagem do português dinâmica e contextualizada.
Objetivos
1. Capacitar os professores com metodologias atualizadas para o ensino do português. 2. Desenvolver estratégias pedagógicas para fomentar a leitura e a escrita. 3. Capacitar os participantes a implementar estratégias didáticas que promovam a partici-pação ativa dos alunos e incentivem uma abordagem crítica à língua portuguesa. 4. Dotar os docentes de competências para a integração eficaz das tecnologias digitais nas suas práticas letivas.
Conteúdos
1. A didática do Português num mundo digital (3 horas) - Desafios e tendências pedagógicas emergentes no ensino da língua - O impacto do digital no ensino do português 2. Oralidade (3 horas) - Compreensão e expressão orais formais - Atividades práticas para promover a oralidade - O papel dos recursos digitais na compreensão e expressão orais 3. Leitura (3 horas) - Modelos e estratégias de leitura - Estratégias para fomentar o prazer da leitura e a apreciação estética 4. Escrita (3 horas) - O processo de produção escrita - Utilização de ferramentas digitais para melhorar a escrita 5. Partilha e reflexão (3 horas) - Apresentação das planificações criadas pelos formandos e respetivos materiais de apoio - Reflexão sobre a mudança de práticas
Metodologias
Presencial: Para promover a partilha de experiências, recursos e materiais, será utilizada uma plataforma LMS (Moodle) de apoio à formação. Serão criadas oportunidades de trabalho individual e em grupo, privilegiando-se propostas integradoras de carácter prático, em ligação com os contextos de cada escola/agrupamento e as experiências dos professores. Em cada sessão, será efetuado um enquadramento conceptual dos conteúdos e apresentados exemplos práticos da sua aplicação em contexto de aprendizagem. Ao longo da ação, os professores terão de planificar uma unidade didática e produzir recursos para a sua implementação. Na sessão final, deverão apresentar o trabalho realizado e refletir sobre a necessidade de mudar práticas. Trabalho Autónomo: Entre as sessões os formandos serão convidados a aplicar as atividades criadas com os seus alunos para avaliar o seu impacto.
Avaliação
Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente; 5 a 6,4 valores Regular; 6,5 a 7,9 valores Bom; 8 a 8,9 valores Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: - Participação: 40% · Participação individual e em grupo (20%) · Realização das tarefas e envolvimento (20%) - Trabalho produzido: 60% · Qualidade, originalidade e nível de adequação pedagógica dos trabalhos (40%) · Apresentação do trabalho final (20%)
Bibliografia
Ballester, J. (2015). La formación lectora y literaria. Editorial Graó. Barbeiro, L. F.,Pereira, L. A. (2007). O ensino da escrita: a dimensão textual. Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Melo-Pfeifer, S. (2016). Didática do Português Língua de Herança. Lidel. Sim-Sim, I. (2007). O ensino da leitura: A compreensão de textos. Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação. Vieira, M. C. (2010). O Ensino do Português. Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 02-12-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Práticas teatrais no jardim de infância
Prioridade aos docentes que lecionam no concelho de Oeiras
Oficina
50,0 horas
Presencial
Educadores de infância
O teatro na infância surge através do jogo nos primeiros anos de vida. As crianças interagem com o mundo e consigo mesmas, exploram diferentes papéis e expressam as suas perceções.
Para Costa (2003), o brincar integra o "embrião" a partir do qual o teatro se desenvolve e ganha forma. Tem as suas raízes ...
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Ref. 146T1/2026 Inscrições abertas até 5 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138918/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 8 de Outubro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva (AE S. Julião da Barra)
Formador
Célia da Graça Pereira Rodrigues
Destinatários
Educadores de infância
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
O teatro na infância surge através do jogo nos primeiros anos de vida. As crianças interagem com o mundo e consigo mesmas, exploram diferentes papéis e expressam as suas perceções. Para Costa (2003), o brincar integra o "embrião" a partir do qual o teatro se desenvolve e ganha forma. Tem as suas raízes no impulso lúdico e exploratório da criança como um instrumento criativo e de expressão livre. Assente nesta ideia, a criança desenvolve diversas competências que são emergentes para as práticas teatrais. No decurso das experiências incessantes, a criança começa a perceber o que é o teatro através das suas vivências e essas vivências dão-lhe mais "matéria" para o teatro. Como refere Viola Spolin (1963). "O mundo fornece o material para o teatro, e o crescimento artístico desenvolve-se par e passo com o nosso reconhecimento e perceção do mundo e de nós mesmos dentro dele". Silva et al. (2016) referem nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar que a área de expressão e comunicação e as suas "diferentes formas de linguagem são indispensáveis para a criança interagir com os outros, exprimir os seus pensamentos e emoções de forma própria e criativa, dar sentido e representar o mundo que a rodeia". Partindo da premissa de que a criança possui, de forma espontânea, a capacidade de representação simbólica, podemos entender o teatro como uma forma natural de a criança expressar e explorar esse potencial, permitindo um envolvimento em situações intencionais de jogo, criando oportunidades de apropriação e progressão nos elementos da linguagem teatral e na fruição de manifestações artísticas.
Objetivos
. Proporcionar aos formandos um trabalho individual e coletivo que lhes permita promover a mudança de práticas pedagógicas. . Considerar o jogo e o brincar como elementos exploratórios do conhecimento que trazem descobertas e aprendizagens para o "mundo" do teatro.
Conteúdos
1. Criação da dinâmica de grupo 2. Criação de códigos e de funcionalidade prática 3. Criação de códigos teatrais e pedagógicos 4. A importância do sentido lúdico 5. O corpo enquanto portador de sinais de comunicação cénica
Metodologias
Presencial: A metodologia incide no binómio prática/reflexão, tendo como finalidade um olhar artístico na vida e na prática pedagógica do educador enquanto agente de ação em diferentes contextos etários, sociais e culturais Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo consiste na elaboração de um portefólio digital, desenvolvido em contexto de jardim de infância, tendo como referência os conteúdos abordados nas sessões presenciais da oficina de formação, um registo reflexivo sobre a participação das crianças em cada uma das sessões e alguns registos visuais que complementem o trabalho.
Avaliação
A avaliação seguirá os critérios em vigor classificando de 1 a 10 val. de acordo com a seguinte ponderação: 40% - Avaliação da participação: Integração; individual e em grupo 60% - Avaliação do trabalho produzido: Trabalhos autónomos e individuais
Bibliografia
Costa, I. A. (2003). O desejo do teatro: O instinto do jogo teatral como dado antropológico. Fundação Calouste Gulbenkian. Gauthier, H. (2000). Fazer teatro desde os cinco anos. Escola Superior de Educação de Coimbra/ Livraria Minerva. Kishimoto, T. M. (Org.). (2007). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação (10ª ed.). Cortez Editora Lopes da Silva, I.; Marques, L.; Mata, L.; Rosa, M. (2016). Orientações curriculares para a educação pré-escolar. Ministério da Educação/ Direção Geral da Educação. Ramaldes, K.; & Corrêa de Camargo, R. (2017). Os jogos teatrais de Viola Spolin: uma pedagogia da experiência. Goiânia, GO: Kelps.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:30 | 3:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Pensar, dar voz, ouvir e fazer parte - Introdução à prática da Filosofia com Crianças e Jovens
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Curso
25,0 horas
Presencial
Docentes dos Grupos 100 e 110
Tanto na escola como noutros lugares de aprendizagem, tendemos a perspectivar a criança como um ser incompleto e a delimitar a infância à primeira etapa da vida. Nesse sentido, a ideia de INFÂNCIA é deduzida a partir de uma falta ou de uma incompletude. Programam-se as aprendizagens em função do ano ...
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Ref. 157T1/2026 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138399/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 8 de Outubro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva (AE S. Julião da Barra)
Formador
Rita Afonso Pedro
Destinatários
Docentes dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
Tanto na escola como noutros lugares de aprendizagem, tendemos a perspectivar a criança como um ser incompleto e a delimitar a infância à primeira etapa da vida. Nesse sentido, a ideia de INFÂNCIA é deduzida a partir de uma falta ou de uma incompletude. Programam-se as aprendizagens em função do ano escolar, por etapas, isto é, numa ordem cronológica do tempo. Porém, ao considerar a criança desse ponto de vista, dificilmente se consegue apreendê-la na sua diferença ou singularidade. Nesta formação, pretende-se dar a conhecer aos formandos uma nova maneira de apreender a infância, através de um novo estatuto, a partir do que a criança já é, como abertura ao novo, ao desconhecido, ao inesperado e ao diferente. Neste desafio educativo e filosófico de se considerar a criança na sua singularidade, faz sentido apreendê-la enquanto ser pensante, dotada de capacidades reflexivas e filosóficas. Segundo um estudo da Unesco sobre a prática da Filosofia com Crianças (FcC), (http://valact.org/wp-content/uploads/UNESCO_Philo-Ecole-Liberte.pdf), as crianças colocam perguntas de natureza existencial (Ex: Qual é o sentido da vida?- Bernardo, 8 anos), metafísica (Ex: Qual é a primeira mãe de todas? Mélissa, 7 anos ); O mesmo estudo acima referido, indica que, na infância, existem angústias existenciais distintas das do foro psicológico, cuja partilha e discussão em grupo faz as crianças saírem de uma certa solidão existencial e também desenvolver competências para o diálogo, a abertura reflexiva, a escuta da opinião do outro e o espírito crítico.
Objetivos
- Enquadrar historicamente as novas práticas filosóficas, mais especificamente, a prática da Filosofia para e com Crianças; - Problematizar o conceito de Infância; - Sensibilizar para uma escuta atenta às perguntas das crianças, para a sua dimensão filosófica; - Ajudar os formandos a romper com as barreiras traçadas da sua racionalidade, potenciando a criatividade do pensamento; - Promover o sentido de igualdade dos participantes enquanto seres pensantes, independentemente da idade, cor de pele, religião, etc. ; - Preparar os professores para serem promotores de convivência democrática e consciência cívica, em contexto de sala de aula; - Dar a conhecer, através de uma prática efectiva, a participação pública, a cooperação social, a autonomia intelectual; - Proporcionar oficinas de Filosofia prática, no sentido de desenvolver algumas competências reflexivas, assim como a capacidade de reflexão, escuta, empatia e tolerância.
Conteúdos
MÓDULO 1 (7 Horas): A- Filosofia, Infância e Educação, que encontro possíveis? Desenvolvimento histórico das várias práticas filosóficas. A Filosofia PARA e COM Crianças: Que diferenças? Repensar o significado do aprender e do ensinar. B- Problematização do estatuto de Infância: Kronos, Kairos e Aion: 3 concepções filosóficas do tempo, segundo os filósofos Heraclito, Nietzsche, Deleuze e José Gil. Revisão crítica dos tempos que marcam a escola. Reconfigurar o estatuto de INFÂNCIA, segundo as novas práticas filosóficas. MÓDULO 2 (6 horas): O território do espanto e dos porquês das crianças: O Espanto Filosófico pensado pelos filósofos da antiguidade. A abertura ao novo e ao desconhecido na Infância. Concepções metafísicas das crianças em torno da questão da origem. As interrogações filosóficas que atravessam a Infância: perguntas ontológicas, metafísicas, éticas e estéticas colocadas pelas crianças dos 4 aos 12 anos. MÓDULO 3 (6 horas): Alguns gestos filosóficos relacionados com a prática da Filosofia com Crianças. Introdução a algumas questões metodológicas para saber como preparar e dinamizar uma sessão de Filosofia com Crianças, em contexto de sala de aula. MÓDULO 4 (6horas): A- A experimentação filosófica: Exercícios práticos para desfazer hábitos inibidores da imaginação criativa. Exercícios filosóficos: do questionamento à problematização como maneira de abrir espaços onde habitualmente não há perguntas. B- A prática do diálogo colaborativo: Exercícios de diálogo participativo e colaborativo, que podem ser aplicados em contexto de sala de aula. Exercícios para desenvolver a empatia, a abertura reflexiva e a escuta do outro.
Metodologias
Os conteúdos não serão apresentados aos formandos de forma linear, mas sim de forma articulada com a participação destes, através dos métodos demonstrativos e interativo. As sessões serão sempre teórico-práticas, privilegiando-se, contudo, a componente prática, de estratégias de abordagem a esta área temática. Como? Recorrendo à metodologia da Filosofia com Crianças, a estratégias e abordagens consensuais, alinhadas com as recomendações da UNESCO. Deste modo, os formandos terão oportunidade de se exercer ao diálogo participativo e colaborativo, desenvolvendo capacidades reflexivas, tais como o espírito crítico e o questionamento, como ainda capacidades de escuta e de empatia.
Avaliação
A avaliação dos formandos é feita de modo contínuo, com base na participação nas sessões. Em segundo lugar, ela incide também sobre a elaboração e a organização de um portefólio, isto é, sobre o processo de trabalho e sobre os produtos que dele decorrem, revelando a consolidação dos conteúdos abordados e evidenciando a aplicação em contexto das temáticas e metodologias trabalhadas durante a formação. Os critérios de avaliação e respectivos parâmetros são definidos de acordo com as características do trabalho realizado: participação nas sessões e durante as oficinas (20%), preparação e dinamização de sessões de filosofia com crianças (25%), partilha e discussão de grupo (25%), trabalho final/portefólio. (30%).
Bibliografia
CHIROUTER, Edwidge, Abordar a Filosofia em contexto de sala de aula, a partir de literatura infanto-juvenil., Hachette Education. KOHAN Walter ; VIGNA, Elgira, Pensar com Heraclito. Rio de Janeiro: Ed. Lamparina, 2013, KOHAN, Walter, OLARIETA, Beatriz F. (orgs.), A Escola Pública aposta no Pensamento. Belo Horizonte: Autêntica, 2012 LELEUX, Claudine, et. al. , Filosofia para crianças, O modelo de Matthew Lipman em discussão. Trad. Fátima Murad, Porto Alegre: Artmed., 2008 LENOIR, Fréderic, Filosofar e Meditar com as Crianças, Edição: Arena PT, 2017
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 22-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 05-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 12-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Jogos de mesa e aprendizagens
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico
Brincar reduz o estresse, a pressão, o medo de errar, o medo de ser julgado. Brincar proporciona bem-estar, mas o jogo é mais do que puro divertimento: este bem-estar, esta descontração, esta falta de pressão, de medo
do falhanço e do juízo alheio é o lugar, o espaço, o estado ideal para a ...
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Ref. 26T1/2026 Inscrições abertas até 7 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134723/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 12 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras
Formador
Antonella Gilardi
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
Brincar reduz o estresse, a pressão, o medo de errar, o medo de ser julgado. Brincar proporciona bem-estar, mas o jogo é mais do que puro divertimento: este bem-estar, esta descontração, esta falta de pressão, de medo do falhanço e do juízo alheio é o lugar, o espaço, o estado ideal para a aprendizagem. Além disso, o ato de brincar desenvolve também uma serie complexa de aprendizagens transversais: sociais, culturais, e até curriculares. Curiosidade, resolução de problemas, consciência cultural, consciência cívica, competências sociais, partilha, resiliência, cooperação, resposta a desafios, pensamento divergente, criatividade, capacidades de argumentação, imaginação, flexibilidade, autoconsciência, expressão e regulação das emoções, autodeterminação, perseverança, habilidades motoras finas, calculo e previsão dos resultados, capacidade de execução de tarefas, competências verbais e não-verbais, capacidade de tomar decisões, liderança e limites são algumas das competências desenvolvidas pelo jogo. O que se pretende é experimentar em primeira pessoa as potencialidades sociais, pedagógicas, educativas e curriculares que os jogos de mesa proporcionam, em função de uma maior consciência e aproveitamento dos mesmos no dia-a-dia e em contexto educativo. Pretende-se também fornecer algumas ferramentas para o trabalho de construção de jogos (jogos de tabuleiro do mundo, jogos de lápis e papel, baralhos de cartas, jogos em ponto grande…), para pequenos e grandes grupos.
Objetivos
Objetivos gerais Questionar o pensamento comum, segundo o qual a Ludicidade se encontra em antítese com a Aprendizagem, numa dicotomia de brincadeira/seriedade, insignificante/importante Mudar a perceção do conceito de Ludicidade, demonstrando como a mesma favorece, proporciona, desenvolve e consolida competências e conhecimentos A formação é concebida com vista a contribuir para que os formandos possam desenvolver as seguintes competências: - Conhecer e utilizar diferentes tipos de jogos de mesa - Classificar e catalogar jogos segundo diferentes parâmetros - Aprender a explorar jogos de tipo diferente - Saber selecionar jogos aptos a cada faixa etária - Saber reconhecer as competências desenvolvidas por diferentes jogos - Saber integrar o jogo no contexto de sala de aula - Saber construir um acervo de jogos básicos - Saber dinamizar uma secção de jogos num contexto de grupo/turma
Conteúdos
Jogos de mesa e metas curriculares: antíteses, ligações e confluências (10h teórico-práticas) 1. Conceito de jogo e suas aplicações 2. O jogo como facilitador de aprendizagens 3. Ludicidade e jogos didácticos 4. Experimentação de jogos em grupo 5. Reflexão partilhada sobre alguns exemplos práticos apresentados Classificação dos jogos de mesa (5h teórico-práticas) 6. Apresentação de diferentes sistemas de classificação 7. Classificação por: - finalidade intrínseca - faixa etária - complexidade das regras - competências desenvolvidas 8. Exemplos e exercícios de aplicação da classificação Experimentação e construção de jogos de mesa (10h teórico-práticas) 9. Experimentação de jogos em grupo 10. Reflexão partilhada sobre os jogos experimentados 11. Apresentação de jogos em formato gigante, para grupos 12. Construção de jogos de mesa com materiais de reciclagem 13. Planeamento e desenvolvimento de uma acção lúdica relativa a uma área curricular 14. Reflexão partilhada
Metodologias
A formação será predominantemente prática, com momentos de reflexão e sistematização dos conteúdos abordados, e a simulação de uma acção pedagógica, realizada pelos formandos. Serão fornecidos materiais de apoio. Fundamentação teórica Experimentação através da prática Reflexão partilhada e em grupo Acção/percurso criativo Simulação/apresentação Conclusões/debate
Avaliação
Regime de avaliação continua: participação nas sessões, apresentação de trabalhos individuais e de grupo e simulação de uma acção em contexto pedagógico. Formandos avaliados de 1 a 10 de acordo com a legislação em vigor e os critérios do Centro de formação
Bibliografia
A gramática da fantasia Gianni Rodari - Editorial Caminho - ISBN: 9789722108461Homo ludens Johan Huizinga Alianza Editorial ISBN: 978-84-206-0853-2El mundo en juegos Oriol Comas - ISBN 9788478713219Juegos de tablero - Juan Diego S. Torres Editorial CCS ISBN: ISBN 9788498422207- AA. VV.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 30-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Capacitação em Excel para Docentes: Aprofundar Competências para a Era Digital
Prioridade aos docentes que lecionam no Concelho de Oeiras
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial
Ref. 119T1/2026 Inscrições abertas até 8 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-125136/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 13 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras
Formador
Ana Paula Gomes da Silva
Destinatários
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Objetivos
Dominar as funcionalidades básicas do Excel: Capacitar os docentes na utilização de funções básicas do Excel, como formatação de células, inserção e manipulação de dados e criação de gráficos. Desenvolver recursos educativos interativos: Capacitar os docentes na criação de recursos educativos interativos, como tabelas de exercícios partilhadas, para promover a aprendizagem ativa dos alunos. Promover a colaboração e a partilha: Incentivar a colaboração entre docentes através do compartilhamento de recursos e boas práticas relacionadas ao uso do Excel na educação.
Conteúdos
Introdução ao Microsoft Excel: Criação de uma folha de cálculo; Inserção e manipulação de dados; Formatação de dados e células; Utilização de fórmulas e de funções; Referências; Ordenação de dados; Elaboração de gráficos e relatórios; Partilha de folhas de calculo e documentos.
Metodologias
Exposição oral: apresentação dos conceitos e funcionalidades do Excel de forma verbal, promovendo a interação com os participantes por meio de perguntas e respostas; Demonstração prática: apresentação dos conceitos e funcionalidades do Excel, enquanto os formandos seguem as instruções nos seus próprios computadores; Exercícios guiados: os formandos realizam exercícios práticos com orientações do formador aplicando os conceitos adquiridos.
Avaliação
A avaliação é baseada nos seguintes parâmetros: Trabalho realizado nas sessões; Trabalho autónomo. A classificação será de 1 a 10 valores, com 50% do trabalho presencial, 20% empenho e 20% domínio de conteúdos.
Bibliografia
Alves M; Barbot, Maria (2014) Tecnologias de Informação e Comunicação dados e Estatísticas (Excel 2013) Porto Editora
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 30-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 21:30 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Construir Pontes entre a Escola e o Museu - O Palácio de Queluz como Ferramenta Pedagógica
Prioridade aos docentes que lecionam no concelho de Oeiras
Curso
25,0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Ref. 25T1/2026 Inscrições abertas até 15 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134767/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 20 de Outubro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária Sebastião e Silva, Oeiras + Online
Formador
Ana Rosa de Noronha da Costa Bispo
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Objetivos
-Aproveitar a riqueza e singularidade do Palácio de Queluz como espaço de aprendizagem para as diversas áreas do conhecimento; -Dotar os docentes de recursos e estratégias adequadas e atualizadas para a exploração do espaço museológico a partir da diversidade de perspetivas proporcionadas por cada área disciplinar; -Incrementar,através da fruição das obras de arte,a prática pedagógica do ensino nas várias disciplinas; -Produzir materiais didático-pedagógicos inovadores que se ajustem e/ou complementem os currículos escolares de forma a serem explorados em contexto de sala de aula e de forma transversal nas diferentes disciplinas; -Criar estratégias que favoreçam hábitos de salvaguarda do património,associando-o à identidade cultural dos alunos e,consequentemente, os envolver na preservação e responsabilização pelos espaços e tempos culturais; -Refletir sobre práticas pedagógicas que promovam aprendizagens em diversas áreas,bem como a colaboração e o respeito pelos outros e pela diversidade.
Conteúdos
1. Enquadramento temático. (Sessão 1 - presencial - 3h) 1.1. Apresentação; explicação das atividades propostas; apresentação dos objetivos e do processo de avaliação. 1.2. Introdução à história do Palácio Nacional de Queluz. 2. O Palácio como fonte de conhecimento e local privilegiado no processo de aprendizagem - As múltiplas oportunidades de conhecimento gerado através da exploração do espólio museológico: diversidade de perspetivas a partir das diferentes disciplinas. (Sessões 2, 3, 4, 5 - síncronas - 8h) 2.1 Contextualização histórica 2.1.1. O tempo de D. José, de D. Maria I, de D. João VI e de D. Pedro IV: entre o absolutismo e o liberalismo em Portugal. 2.2. Os arquitetos Mateus Vicente de Oliveira, Jean-Baptiste Robillion e Manuel de Sousa Caetano. 2.2.1. O barroco, o rococó e o neoclássico presentes nas diversas manifestações artísticas: na arquitetura, na decoração dos espaços interiores, na pintura, na escultura e nos jardins à francesa. 2.3. Aspetos da vida quotidiana na corte: a quinta de recreio de Queluz - a residência de veraneio no século XVIII: os momentos de ócio e de entretenimento, a religião, a higiene e o modo de vestir, as refeições diárias e os banquetes, a educação do Príncipe Herdeiro. 2.4. Aspetos da vida quotidiana na corte: Queluz enquanto residência oficial da família real, no século XIX: o incêndio da Real Barraca da Ajuda, a demência de D. Maria I, as invasões francesas, a partida da família real para o Brasil e o seu regresso, o exílio de D. Carlota Joaquina. 3. A visita de estudo como estímulo à fruição do espaço museológico. (Sessão 6 - presencial - 4h) 3.1. A observação, a reflexão e a interpretação da obra de arte como formas de sentir e exercitar a imaginação numa viagem de descoberta. 3.2. O museu e o despertar da criatividade. 4. Produção de recursos. (7h - trabalho autónomo) 4.1. Realização dos desafios propostos após cada sessão síncrona. 4.2. Produção de materiais/ferramentas/estratégias para a sala de aula. 5. Reflexão, debate e partilha de ideias. (Sessão 7 - presencial - 3h) 5.1. Apresentação dos materiais/ferramentas/estratégias produzidos pelos formandos.
Metodologias
Estrutura do Curso: -Apresentação; regime de avaliação; bibliografia e webgrafia essenciais; introdução à história do Palácio de Queluz (sessão 1). -Exploração dos diversos temas relacionados com o quotidiano de corte em Queluz nos séculos XVIII e XIX: Queluz - quinta de veraneio vs Queluz - residência oficial da família real (sessões 2,3,4,5). -Realização de desafios (trabalho autónomo, após cada sessão síncrona), de modo a promover uma maior dinâmica das sessões. -Visita ao Palácio de Queluz: fruição do objeto artístico autêntico; exploração, em contexto, dos conteúdos abordados nas sessões síncronas (sessão 6). -Apresentação dos recursos pedagógicos realizados por cada docente (sessão 7) e estímulo à partilha de memórias, sugestões e experiências. -Trabalho autónomo (sessões assíncronas): consiste em sete horas, distribuídas da seguinte forma: quatro horas para a realização do recurso didático e uma hora (no total de três) após cada sessão síncrona para a realização dos desafios.
Avaliação
A avaliação dos Formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, de acordo com a Carta Circular CCPFC-1/2008.
Bibliografia
Braga, P. (2013), D. Pedro III: o Rei Esquecido, Círculo de Leitores.Ferro, Maria Inês (1998), Queluz O Palácio e os Jardins, Londres, IPPAR / Scala Books.Pires, A. (1925), História do Palácio Nacional de Queluz, vol. I, Coimbra, Imprensa da Universidade.Hooper-Grennhil, Eilean (1998), Museum and Gallery Education, London, Leicester University Press.Ramos, L. (2010), D. Maria I, Lisboa, Temas & Debates.
Observações
As sessões assíncronas são contabilizadas para a assiduidade na formação e realizam-se entre sessões síncronas, no total de 7 horas. Visita ao Palácio de Queluz - 31/10 (sábado) - Tem um custo de 3€ (entrada no Palácio) + 4,40€ (rádio-guias), perfazendo um total de 7,40€ por formando. Este valor será pago, em sessão, à Formadora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 20:30 - 21:30 | 1:00 | Online assíncrona |
| 3 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 5 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 7 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 20:00 - 21:00 | 1:00 | Online assíncrona |
| 9 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Presencial |
| 11 | 23-11-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 12 | 24-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Geografia 4.0: as aplicações digitais nas AE da Geografia
Curso
25,0 horas
e-learning
Professores dos GR 200 e 420
A escola é um espaço privilegiado para a construção de aprendizagens, desempenhando um papel crucial ao oferecer a alunos e professores ferramentas que possibilitem o pensamento criativo na busca de soluções para os desafios da sociedade atual. A crescente integração das tecnologias digitais na educação ...
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Ref. 171T1/2026 Inscrições abertas até 16 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130096/24 (Certificada APGEO)
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 21 de Outubro de 2026
Fim: 25 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: E-learning
Destinatários
Professores dos GR 200 e 420
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos GR 200 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos GR 200 e 420.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Associação de Professores de geografia/Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
A escola é um espaço privilegiado para a construção de aprendizagens, desempenhando um papel crucial ao oferecer a alunos e professores ferramentas que possibilitem o pensamento criativo na busca de soluções para os desafios da sociedade atual. A crescente integração das tecnologias digitais na educação tem transformado radicalmente as formas de ensinar e aprender, criando oportunidades para melhorar a prática pedagógica, estimular o interesse dos alunos e despertar a curiosidade, ao mesmo tempo que desenvolve e consolida as suas competências. Uma mudança significativa no processo de aprendizagem envolve o melhor aproveitamento das tecnologias, facilitando a missão do professor na gestão do ensino-aprendizagem. A necessidade de analisar dados, imagens, mapas e outros documentos na disciplina de Geografia é amplamente facilitada pelo uso dessas novas tecnologias. Esta ação de formação tem como objetivo capacitar os docentes de Geografia na criação de ambientes de aprendizagem diversificados e personalizados, proporcionando experiências de aprendizagem significativas para todos os alunos. A formação procura capacitar os professores com ferramentas digitais que tornem seu trabalho mais eficiente, enquanto fomentam competências essenciais nos alunos, como autonomia, criatividade, trabalho em equipa, pensamento crítico e resolução de problemas. Ao promover essas habilidades, os docentes estarão simultaneamente desenvolvendo a capacidade dos alunos de interpretar o mundo em que vivemos, um dos principais objetivos da Geografia.
Objetivos
• Capacitar os professores de Geografia no uso das novas tecnologias no ensino da Geografia; • Promover metodologias de ensino inovadoras de modo a melhorar as aprendizagens dos alunos; • Desenvolver estratégias para criar ambientes de aprendizagem acolhedores e inovadores para os alunos; • Mostrar recursos digitais e ferramentas digitais facilitadoras da implementação de atividades práticas na aula de Geografia. • Desenvolver aprendizagens ativas e participativas com recurso às ferramentas digitais; • Promover e apoiar a implementação de estratégias pedagógicas promotoras de metodologias ativas inovadoras; • Promover a reflexão acerca das potencialidades da utilização do digital no contexto das aprendizagens essenciais da Geografia.
Conteúdos
Módulo 1 – Ferramentas de colaboração e partilha Exploração de ferramentas para a criação de murais colaborativos, onde os alunos podem partilhar informações e recursos sobre temas geográficos. Ferramentas para criar infográficos, apresentações interativas e outros materiais visuais para apoiar o ensino de temas geográficos. Módulo 2 - Exploração de recursos multimédia A utilização das aplicações digitais no ensino das aprendizagens essenciais da Geografia. Criação de narrativas geográficas que integram mapas, textos, imagens e vídeos, permitindo aos alunos explorar temas como a migração ou as mudanças climáticas. Módulo 3 - Desenvolvimento de Competências Digitais Criação de E-portfólios: Como utilizar plataformas digitais para que os alunos documentem suas aprendizagens, refletindo sobre os conteúdos geográficos explorados. Avaliação Digital: Exploração de ferramentas de avaliação formativa e sumativa que utilizam tecnologias digitais, como quizzes online, blogs e projetos multimídia. Módulo 4: Ambientes de aprendizagem inovadores: Estudo de caso Exemplos práticos da implementação das tecnologias digitais em aulas de Geografia. Criação de recursos digitais integrados em situações de aprendizagens desenvolvidos pelos formandos. Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos
Avaliação
Para que o seu trabalho possa ser avaliado, os formandos terão de participar num mínimo de dois terços das sessões. A avaliação contemplará a: • Participação nas sessões online; • Participação nos fóruns e realização dos trabalhos nas diferentes sessões; • O trabalho final deverá contemplar a realização de pelo menos um recurso digital integrado num projeto/situação de aprendizagem aplicado às AE da Geografia; • Apresentação Oral do trabalho Final • Relatório crítico escrito, individual, segundo parâmetros predefinidos. Da ponderação de todos estes fatores resultará a avaliação quantitativa dos formandos, cuja escala compreende o intervalo de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: • Excelente — de 9 a 10 valores; • Muito Bom — de 8 a 8,9 valores; • Bom — de 6,5 a 7,9 valores; • Regular — de 5 a 6,4 valores; • Insuficiente — de 1 a 4,9 valores.
Bibliografia
Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1a ed. - Porto: Porto Editora, 2021 Silva, S., Santos, A., Filho, R., Gomes, D., & Pereira, l. (2019). O ensino da geografia aliado à tecnologia. A utilização do kahoot como forma de dinamizar a aula de Geografia. Cadernos de Ciência & Tecnologia da UECE, 1 (3), pp. 68-77. Bacich, L., & Moran, J. (2018). Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: Uma Abordagem Teórico-Prática. Penso Editora. LUCAS, MARGARIDA; MOREIRA, ANTÓNIO (2018) DigCompEdu - Quadro Europeu de competência digital para educadores, Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores, Universidade de Aveiro Hernando, A. (2015). Viaje a la escuela del siglo XXI - Así trabajan los colegios más innovadores del mundo. Madrid: Fundación Telefónica.
Observações
As sessões assíncronas são contabilizadas para a assiduidade na formação e realizam-se entre sessões síncronas, no total de 10 horas.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Agricultura Biológica
Exclusiva aos docentes que integram o projeto "Aqui há horta"
Curso
25,0 horas
Presencial
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
As hortas biológicas são recursos que permitem sensibilizar para a necessidade da proteção e conservação da natureza, pois a biodiversidade é, também, o nosso alimento.
A Estratégia de Educação Ambiental com os três pilares, descarbonizar a sociedade, tornar a economia circular e valorizar o território, ...
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Ref. 48T1/2026 Inscrições abertas até 4 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131069/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25,0 horas
Início: 6 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Templo da Poesia + Edifício SIMAS + Horta Moinho das Antas (Oeiras)
Formador
Maria Clarisse Silva Ferreira
Destinatários
Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Escolas do Concelho de Oeiras
Enquadramento
As hortas biológicas são recursos que permitem sensibilizar para a necessidade da proteção e conservação da natureza, pois a biodiversidade é, também, o nosso alimento. A Estratégia de Educação Ambiental com os três pilares, descarbonizar a sociedade, tornar a economia circular e valorizar o território, promove o aumento da literacia científica e ambiental, dos bens e serviços dos ecossistemas do planeta Terra. Acresce o facto de que a biodiversidade está intimamente relacionada com a Economia e Saúde. Esta ação pretende capacitar e apoiar os professores na implementação e desenvolvimento da horta, que pode ser usada como laboratório vivo pelos diferentes grupos de ensino, para lecionar conceitos transversais, uma vez que os diferentes tópicos estão planificados de acordo com aprendizagens essenciais e metas curriculares do Currículo Nacional dos Ensinos Básico e Secundário.
Objetivos
Sensibilizar para a proteção e conservação da natureza e dos bens e serviços que nos proporciona. Reconhecer a importância das hortas biológicas na escola e nos curricula como recursos pedagógicos e científicos. Saber planificar e implementar uma horta biológica tendo em atenção o papel ecológico dos seres vivos que nela habitam. Contribuir com um espaço verde, horta biológica, na escola para o aumento dos insetos polinizadores. Entender a ENEA, a ENCB, a EAAC e Educação para a Cidadania como medidas de promoção de um planeta mais sustentável. Contribuir para o desenvolvimento de competências e ferramentas didáticas para a implementação de hortas biológicas que promovam a preservação e conservação da biodiversidade e ecossistemas. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e abordar situações e problemas do quotidiano. Reconhecer o papel da Ciência e da Tecnologia na transformação e utilização dos recursos existentes na Terra. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões recorrendo ao pensamento crítico.
Conteúdos
Módulo I Introdução. (4h) - Apresentação da equipa e dos formandos. - Apresentação da ação e respectivos objectivos. - Apresentação do plano de trabalhos e respectiva calendarização. - Apresentação do plano de avaliação a utilizar. - Introdução às hortas biológicas. - Abordagem genérica de conceitos, princípios e objectivos da educação em ciências. - Integração das Hortas biológicas nos projetos da Escola e nas aprendizagens essenciais das disciplinas curriculares e não curriculares. - Apresentação e análise de várias ferramentas de carácter prático, nomeadamente para a concretização de trabalho experimental, projeto, laboratorial e de campo. - Apresentação da Estratégia Nacional de Educação Ambiental, da Conservação da Biodiversidade, Adaptação às Alterações climáticas e Educação para a Cidadania como pontos de partida para a integração das Hortas Escolares e Urbanas no desenvolvimento de uma consciência ambiental e de integração da conservação da Biodiversidade a nível planetário e de sustentabilidade do planeta Terra. MÓDULO II Como planear e preparar uma Horta Biológica (5h) Identificar o material necessário para iniciar uma horta biológica. Planificar a horta em função do espaço escolar atribuído. Caracterizar os factores abióticos: solo, luz, temperatura anual, precipitação. Preparar o solo. Tipos de substratos e fertilizantes. Introdução às técnicas de compostagem. Escolher as plantações/sementeiras, em cada estação do ano; Rotação de culturas / consociações; Culturas hortícolas e aromáticas; Permacultura e conceitos básicos MÓDULO III Trabalho de campo nas Hortas Biológicas e a Biodiversidade (7h) Visitar as hortas biológicas dos agrupamentos de escolas/Horta Moinho das Antas Identificar boas práticas e problemas, organizando de um plano de monitorização; Recolha de dados para integração em diferentes disciplinas: fotos, vídeos, temperatura, Conhecer a biodiversidade e o papel ecológico dos seres vivos da horta biológica. Reconhecer a importância da biodiversidade da manta morta. MÓDULO IV Cuidar da horta Biológica (5h) Plantar e semear: processos que ocorrem na germinação das sementes e fixação das plantas ao solo. Conhecer os cuidados básicos de manutenção (rega, monda, poda, transplante, sacha, colheita, entre outros); Identificar e combater as doenças e pragas utilizando tratamentos biológicos; Reconhecer as plantas e animais auxiliares na horta. Identificar e combater doenças e pragas usando tratamentos biológicos Colher os produtos da horta para alimentação; Preparação das sementes para futuras plantações; MÓDULO V Apresentação dos trabalhos e Avaliação da Ação (4h) Apresentação das atividades teórico-práticas desenvolvidas e/ou dispositivos construídos. - de um manual do utilizador; de atividades experimentais, posters, dispositivos e/ou brinquedos científicos com materiais simples e de baixo custo, passíveis de serem trabalhados em sala de aula (modo presencial ou E@D), ou na horta; de um portefólio fotográfico com materiais recolhidos na horta; entre outras opções. Discussão de grupo e análise do trabalho desenvolvido. Avaliação da ação.
Metodologias
Componente Teórica/Prática Apresentação de ferramentas e estratégias de realização e exploração de atividades experimentais em diferentes contextos. Reflexão sobre os fenómenos do quotidiano, com vista à exploração experimental e sua fundamentação. Reflexão sobre possíveis atividades experimentais multidisciplinares, tirando partido da horta biológica. Desenvolvimento de materiais de exploração a serem implementados em contexto escolar. Componente Prática Implementação de atividades experimentais e observação do seu impacto em contexto escolar. Materiais/Efeitos a produzir: Construção de materiais didáticos de baixo custo e estruturação de atividades/protocolos a implementar em contexto escolar. Elaboração de portefólio/poster com materiais pesquisados que permitam o desenvolvimento das atividades visadas ao longo do plano de formação.
Avaliação
A avaliação será individual e contínua de 1 a 10 valores. A avaliação global da ação, para cada formando, será resultado da natureza das suas intervenções nas sessões presenciais e da qualidade dos trabalhos efetuados, apresentados numa versão final. A avaliação final obedecerá à ponderação abaixo indicada. Atitudes Empenho e Participação Ritmo de trabalho e Dinamismo Realização das tarefas nas sessões Conhecimentos Organização e apresentação de Portfólio/Poster Apresentação do trabalho realizado entre sessões Trabalhos de grupo 30% avaliação contínua + 40% apresentação dos trabalhos + 30% trabalho final
Bibliografia
Jansen J., Hobohm C. (2021). Urban Habitats: Cities and Their Potential for Nature Protection. In: Hobohm C. (eds) Perspectives for Biodiversity and Ecosystems. Environmental Challenges and Solutions. Springer, Cham.Ferreira ME e Barreiro G. 2016. Mãos à Horta. Publindústria/Engebook, 328 pp.Ferreira ME. 2015. As plantas aromáticas e medicinais na dieta mediterrânica: porquê, quando e como? In: A Freitas, JP Bernardes, MP Mateus e N Braz (coord.), Dimensões da Dieta Mediterrânica Património Cultural Imaterial da Humanidade.Flora-On: Flora de Portugal Interactiva. 2014. Sociedade Portuguesa de Botânica. www.flora-on.ptGarcia-Pereira, P., Monteiro, E., Luís, C., Vala, F. 2012. Insetos em Ordem. Ministério da Educação e Ciência. Portugal.
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